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Testemunhos |
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Aninha Cabral
 
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Nasci numa família evangélica, que tinha uma base cristã muito boa, e freqüentei uma igreja em Niterói, local onde eu moro até hoje. Era uma igreja pequena e gostava muito de lá, pois tinha minhas amigas e minha aulinha. Era muito bom.
Mas um dia, Letícia, minha melhor amiga se mudou para o Rio de Janeiro e, consequentemente, passou a freqüentar uma igreja por lá.
Nessa época a igreja de Niterói começou a encher. Eu já não conhecia muitas pessoas e já não tinha tantas amigas, estava meio sozinha. Eu já não achava tão divertido ir à igreja. Mas, meses depois a família da Letícia ligou pra gente, nos convidando para irmos visitar a igreja que eles estavam começando a freqüentar lá no Rio. A gente foi. No início achei estranho, tinha pouca gente, e principalmente, pouquíssimas crianças, mas, a Letícia estava lá, neh?! Voltei no Natal, e ai começou a melhorar, vi uma cantata super-divertida das crianças, o que me animou mais.
Mais uns meses passaram, e a igreja resolveu fazer um retiro de carnaval. Aí tudo mudou. Foi maravilhoso, fiz muitas amizades naquele retiro, amizades que tenho até hoje, além de muitas brincadeiras, competições, etc. A partir daí, decidimos que essa seria nossa igreja, e que apesar de longe, valia a pena. E aqui estamos nós, até hoje, nessa igreja que Deus separou pra gente de um jeito bem especial.
Às vezes penso que não tenho uma história surpreendente de conversão, ou uma grande mudança de vida, mas atualmente entendo, que na verdade o que eu tive, foi um privilégio de já nascer tão perto desse Deus maravilhoso.
Aninha | | |
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Fernando Bispo |  | |
Minha história com a CPBT é bem interessante.
Congreguei na mesma igreja durante mais de 5 anos. E, apesar de ser muito envolvido nas atividades da igreja, não conseguia desfrutar de comunhão com as pessoas. Os relacionamentos eram muito frios. Por desenvolver uma atividade ministerial que envolve discipulado pessoal, sei da importância de se sentir aceito e cuidado em uma comunidade. Durante algum tempo pensei que essa sensação era passageira, que as pessoas me conheciam pouco e que como tempo as coisas se acertariam e eu acharia meu grupo.
Apesar de ser convidado para falar para grupos de adolescentes sobre discipulado e sobre como compartilhar a fé com segurança, fui me distanciando de uma maneira muito rápida das pessoas. Isso era o contrário do que eu esperava, pois estava me tornando um líder. Só que nessa igreja, os líderes eram bastante distantes dos seus liderados.
Eu estava me tornando exatamente o que não queria ser. Isso era muito desconfortável.
Decidi parar tudo e me concentrar em oração para entender o que Deus queria. Eu precisava entender se deveria permanecer lá ou não.
Ao final de 6 meses de oração, entendi que deveria mudar de igreja. Não tinha a mínima noção para onde iria, mas sabia que Deus me chamava para me unir a uma outra família espiritual. Comecei minha jornada de busca visitando algumas igrejas... sem sucesso.
Então decidi fazer uma lista mental de coisas que entendia ser essenciais para uma igreja, e sempre apresentava essas características a Deus em oração, durante o período de busca.
Eu buscava um grupo de cristãos, nem precisava ser uma igreja formal, que tivesse como valores principais a vida comunitária e discipulado. Queria um grupo simples, que não se preocupasse o tempo todo em fazer "mega-produções gospel", mas atento para a vida cristã vivida no cotidiano, que valorizasse as disciplinas espirituais, um grupo que aberto a receber novas pessoas e que fosse um grupo de relacionamentos. (Se você conhece a CPBT deve estar rindo agora....)
Um dia decidi pesquisar no google sites de igrejas nas redondezas de casa... não deu muito certo. Fui me afastando um pouco... e lembro de ter colocado "Presbiteriana" e "Barra da Tijuca". Apareceu um link da CPBT. Entrei no site e fiquei muito espantado. A história da igreja dizia várias coisas pelas quais estava orando. Eu pensei que aquilo não poderia ser verdade. E arrumei algumas desculpas, coisas como "O Pastor deve pregar mal..." ou "deve ser um grupo de metidos...?.
Mas no site havia um link com as mensagens pastorais em áudio. Uma mensagem em especial foi muito significativa: "Eu tive visões de Deus". Fui confrontado com meu medo de não me render completamente a Deus. Essa mensagem me fez querer visitar a CPBT. Peguei o endereço no site, copiei o mapinha e fui.
Chegando lá, Ronaldo e Magali me receberam muito bem. Não do modo constrangedor que vejo por aí. Eles são a simpatia em pessoa. Os cânticos foram simples, mas podia-se ver sinceridade. E a mensagem foi muito boa.
Fui uma vez... depois outra... e outra... Acabei ficando.
Fiquei porque a CPBT se tornou minha comunidade espiritual, meu grupo de relação. Encontrei pessoas que me aceitam e que são instrumentos de Deus na minha vida. Aqui posso ser eu mesmo, com todas as minhas dúvidas e falhas. Aqui sou acolhido, cuidado, pastoreado... não só por uma pessoa, mas por uma família.
Fernando Bispo |
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João e Thieco
 
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Falar da Comunidade Presbiteriana da Barra da Tijuca é falar de uma igreja acolhedora, amiga, que ri, chora e sofre junto (principalmente quando vemos um irmão doente); uma igreja autêntica que não tem medo de dizer que tem problemas, pecados ou coisas assim. Afinal igreja é isto: um encontro de pecadores remidos pela morte de Jesus na cruz.
Falar da CPBT é falar de um pastor apaixonado por Deus, que inspira a igreja a buscá-lo mais e mais, a dedicar mais tempo para Ele e a praticar com mais intensidade as disciplinas espirituais. É falar de um pastor sério, honesto e honrado que não tem vergonha de mostrar suas fraquezas, porque todos nós as temos. Um pastor brilhante, do qual temos muito orgulho de chamar AMIGO, pelo qual temos profunda gratidão pelo nosso crescimento espiritual.
Para quem quer ser acolhido, receber o doce sabor da graça na igreja, em meio a tanto jugo, não tem medo de compartilhar e abrir seu coração sem ser julgado e que quer fazer parte de uma família, venha conhecer a CPBT!
Um forte abraço João Carlos e Tieko. |
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Isabel Nielebock
 
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Eu sempre fui uma pessoa agradecida e temente a Deus. Nascida e criada na Igreja Católica, sempre entendi que Deus cuidava de mim. Sou de uma família unida, na qual os quatro irmãos se dão bem e meus pais são completamente apaixonados até hoje. Tive oportunidade de estudar. Me casei apaixonada. Minha filha é linda e perfeita. Muitas bênçãos para agradecer. Sempre! A um Deus cuidadoso, mas muito distante.
É lógico que nem sempre tudo foi tão fácil, simples e tranqüilo. Mas sempre tive gratidão a Deus por tanta paz e alegria. Um dia porém, Gustavo, meu marido, ficou doente.
Neste momento meu mundo já não era tão cor-de-rosa, mas eu nunca blasfemei e ia vivendo um dia depois do outro. Chorava muito, é verdade, sentia uma tristeza enorme, sem nunca questionar a Deus porque isso estava acontecendo comigo.
Chorava, chorava muito! E em um dia de 1999, meu dentista me falou do Badu, um pastor novo (de idade), muito bacana, com uma palavra atual e que estava começando uma igreja na Barra, bem pertinho de mim. Eu morava em Jacarepaguá.
Bem, liguei para o Pr. Eduardo (Badu) e a partir daí fomos nos conhecendo. Como a igreja ainda não tinha sala, nem gabinete, nos encontrávamos na praça de alimentação do shopping Barra Garden. Foi nestes encontros que comecei a conhecer um Deus pessoal, amoroso e acessível.
Ele me convidou para um culto na escola (antigo local de reunião da Comunidade Presbiteriana da Barra da Tijuca). Eu fui. Tudo muito simples e improvisado, mas muito "friendly", carinhoso e atual. Gostei. Então ele me convidou para uma reunião na sua casa, tipo as reuniões de célula que hoje acontecem na igreja, lá conheci a sua esposa e outros membros da igreja. E ficava impressionada como, às vezes, um único versículo dava discussão para quase duas horas: a visão de cada um, o contexto da época, a mensagem por trás do texto bíblico... o quanto eu podia usar aquela palavra para o meu dia-a-dia.
Em 2000, a saúde do meu marido piorou e eu me distanciei da igreja, do pastor... Em 2001, no sábado depois do carnaval, o Gustavo morreu. Me deu vontade de conversar com o Pr. Eduardo. Liguei, e algumas horas depois ele estava lá em casa, me trazendo conforto com a Palavra de Deus. Com ele, vieram a Sandra e o Titon, um casal que eu nunca tinha visto antes, e que hoje se tornaram grandes amigos. A Sandra, com certeza, foi minha discipuladora, sempre tão paciente com todos os meus questionamentos.
Passei a ir ao culto aos domingos com a minha filha, que na época só tinha sete anos. Aí me chamaram para uma célula na casa da Sandra e eu fui porque lá tinha a Renata (filha da Sandra e do Titon), que poderia fazer companhia pra ela.
Nunca mais deixei a CPBT, que me acolheu e arrebanhou. Aqui fiz grandes amigos. A Márcia, esposa do pastor, é com certeza uma das minhas melhores amigas, com seus abraços sempre tão carinhosos. Não dispenso as orações com a Helena, nem a minha Bíblia on-line, que é a Margareth. Conheci também a Lila e o Paulinho, a Bianca e o Leo, a Denise e muitos outros grandes amigos, pessoas que ajudam a consolidar minha fé num Deus pessoal, amoroso e que tudo pode.
Hoje tenho no meu coração a certeza que a vontade Dele é boa, perfeita e agradável, e quero sempre estar no centro da vontade Dele.
Isabel Nielebock | |
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Helena Pinciara
 
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A semente da CPBT nasceu no Grupo Unidade na Fé em abril de 1994, no Mandala, aonde todas as semanas era convidado um pastor ou um padre para ministrar a Palavra. Como a Carminha, que foi o instrumento de Deus para nos unir, estava freqüentando a Igreja Presbiteriana da Gávea, convidou o pastor Eduardo para ir. Ele foi e acabou ficando como responsável pelas reuniões.
E um dia, no final de 1995, ele me pediu para interceder por um sonho que havia em seu coração, e que havia no meu também, mas que ele não sabia até então, que era o de ter uma igreja na Barra da Tijuca.
Foi nesse dia que a CPBT nasceu para mim. Passei a orar acreditando que ela era um sonho de Deus. E isto se confirmou, pois até a sua concretização foram muitas lutas, mas finalmente em 1999 ela deixou de ser um sonho, para enfim tornar-se realidade!
Já são oito anos de existência. Muita gente entrou e ficou, muitos saíram. Tivemos grandes alegrias, algumas tristezas e grandes momentos. Para mim, a Oficina de Oração e Vida, ministrada pela nossa querida Leila, e os estudos da Oficina da Palavra orientados pelo Léo Borelli, foram alguns dos meus referenciais de crescimento e amadurecimento.
A CPBT é uma grande família, e como em toda família humana, formada por pessoas diferentes umas das outras, com histórias diferentes, expectativas as mais diversas possíveis, gente falha e limitada como eu. Porém, compreendi finalmente que só o Deus a quem amamos e adoramos é Perfeito, por isso Ele é muito maior do que todas as nossas diferenças, sendo isso que nos mantém unidos até hoje...
Eu faço parte da história dessa igreja, que é a minha família. Sei que aqui sou amada e acolhida. Procuro amar a todos também, tendo um grande prazer ao orar e ver Deus realizando, de acordo com a Sua Vontade, o impossível em cada vida ali.
Helena | | |
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Jorge Barros e Suely
 
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Jorge Antonio e Suely estão casados desde 1995, depois de três anos de namoro e paixão fulminante depois de um culto na igreja da Associação Missionária Maranata, na Tijuca, no verão de 1992. Foi a igreja onde nos convertemos ao evangelho, em épocas diferentes. Primeiro foi o Jorge, em 1974, durante uma cruzada do reverendo Billy Graham, no Maracanã. Ele já ia à Maranata mas ainda não havia entendido o que só ficou claro na mensagem do pregador americano: o amor de Deus por nós é incondicional, mas é preciso dar um passo de fé em direção à cruz e a ressurreição de Cristo. Naquela tarde, Jorge entendeu que deveria acenar que aceitava a Jesus como seu único salvador.
Quando alguém se converte aos 12 anos de idade, a mesma idade que Jesus tinha quando debatia as escrituras com os grandes mestres da lei, a vida parece ainda pouco desconhecida para se dizer que há muitos pecados a serem perdoados. Mas o pecado maior, que é o da incredulidade, já estava no coração de Jorge, quando ele se arrependeu.
Do outro lado da cidade, na Zona Sul, Suely era uma menina criada pela avó. Ela passou sua adolescência cercada por amigos na praia, sem grandes problemas nem questionamentos. Até que na idade adulta caiu numa depressão profunda, da qual não via qualquer horizonte. Sua busca por orientação espiritual a levou a caminhos equivocados, mas em seu coração sempre ouvia os ensinamentos católicos, o maior legado de sua avó. Certo dia, resolveu aceitar o convite de uma grande amiga e passou a freqüentar a Maranata, onde se converteu ao Senhor e viu sua vida mudar da água para o vinho. Após a salvação, o grande milagre em sua vida foi a libertação das trevas em que se encontrava, levada pela depressão, além do fumo (mais de um maço por dia). No verão de 92, conhece Jorge. Eles vão ao cinema assistir ao filme "Meu primeiro amor", uma bela e triste história do romance entre duas crianças. O sorriso de Jorge seduziu os lindos olhos verdes da morena que amava os Beatles e o pôr-do-sol em Ipanema.
Ainda no período de namoro, eles conhecem uma nova igreja, menor que a Maranata, a Nova Vida do Maracanã. Depois freqüentaram por um tempo a Igreja Batista Missionária do Maracanã. Após um período sem igreja fixa, chegaram à Comunidade Presbiteriana da Barra, onde sentiram, pela primeira vez, em 2005, o desejo de se tornarem membros de uma nova igreja. Nesta igreja encontraram um ambiente acolhedor e, mais do que isso, momentos de grande reflexão graças a uma palavra equilibrada centrada na Bíblia e com um conteúdo que os ajudaria a repensar suas disciplinas espirituais e um novo recomeço na caminhada com Cristo. |
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